terça-feira, 22 de agosto de 2017

Um P a menos não faz diferença

Alguns políticos não se cansam de tentar fazer o cidadão de bobo. Com tantos escândalos envolvendo os partidos políticos uma das soluções encontradas é mudar o nome. A modinha do momento é eliminar a letra P de partido. Seria algo parecido como que acontece no comércio de bebidas, por exemplo, onde bar agora chama-se Pub, ou de comidas, onde o antigo x-salada agora virou hamburgueria.

Oficialmente já temos o Democratas (antigo PFL), Podemos (antigo PTN) e os mais novos como o Solidariedade, Novo (que omite o Partido) e o Rede Sustentabilidade. A esta lista tentam se juntar o PtdoB que tenta virar Avante, o PSL que quer ser chamados apenas de Livres e mais recentemente o PMDB que voltar a ser o MDB e o PP, que um dia já foi PDS e PPB, pensa em ser apenas o Progressista.

Ainda em formação, ouvi dizer que temos partidos como Igualdade, Manancial, União da Democracia Cristã do Brasil, Patriotas e Força Brasil. Será que o cidadão brasileiro vai deixar se levar por esta maquiagem barata onde as agremiações políticas, uma vez camufladas de partidos, agora tentar se mostrar como boutiques moderninhas de ideais descabidas?

Debaixo do tapete
Mas vale aqui um lembrete ao eleitor. Hoje são 35 partidos políticos em condições de apresentar candidatos. Você sabe qual o tipo de ideias que cada um representa? O que eles propõem para resolver os problemas da economia, da desigualdade social, da falta de infraestrutura, da falta de segurança, da falta de educação e eteceteras? Se soubesses, com certeza não seria preciso varrer o ‘P’ para debaixo do tapete.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Os nomes do PP

Com a definição do diretório do PP de Tubarão, que manteve Marcelo Chicago na presidencia, os progressistas agora devem definir logo quem vai ser o candidato a deputado estadual para as eleições de 2018. Quatro nomes buscam esta indicação que deve sair ainda no mês de setembro:

Pepê Collaço: vereador no terceiro mandato tem a seu favor a experiência, já foi vice-prefeito, e tem cumprido agenda na região para garantir apoio também fora de Tubarão. Sabe que precisa garantir votos fora da cidade para ter chances.

Gelson Bento: vereador no segundo mandato e hoje presidente da Cergal, pode repetir o que o ex-vereador, ex-prefeito e também ex-presidenta da Cergal Genésio Goulart fez quando também seu elegeu deputado estadual.

Laércio Menegaz: dos quatro é o único que nunca disputou uma eleição como candidato, mas a experiência na coordenação de campanhas não pode ser subestimada. Um exemplo foi a eleição de Ricardo Guidi pelo PPS em 2014. Tinha no currículo a coordenação de campanhas do pai Altair Guidi e acabou superando a votação dele.

Deka May: entre os postulantes tem a tradição de ser campeão de votos em Tubarão. Foi o mais votado para a câmara de vereadores em 2008 (2.557 votos), e o mais votado para deputado estadual em Tubarão em 2014 (12.234 votos). Mas a desistência na campanha municipal de 2016 ainda pesa entre os progressistas.

A importância de Deka
Se ainda existe a indefinição sobre o nome do PP, um outro assunto é unanimidade. Caso o nome não seja Deka May, é fundamental que o pré-candidato escolhido o tenha ao seu lado durante a campanha. Como citei no texto acima, ele sempre teve boas votações, e até por isso é cobiçado por outras siglas.

Doações para Universidades

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou projeto, do Senado, que autoriza as doações feitas às universidades que sejam direcionadas a setores ou projetos específicos, segundo acordo entre os doadores e as instituições beneficiárias. Nos Estados Unidos, por exemplo, esta é uma prática comum, mas por aqui a legislação não prevê doações diretas, apenas as realizadas por meio de convênios com entidades públicas ou privadas.

Fora da LRF

Pesquisa da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) indica que 2.096 prefeituras descumpriam a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) em 2016. Em Santa Catarina, foram 46 e na Amurel seis. Armazém, Grão Pará, Imbituba, Jaguaruna, Laguna, Pescaria Brava estavam na lista.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Conceitos que fazem toda a diferença

O fisiologismo político pode ser explicado resumidamente como um tipo de relação em que ações políticas e decisões são tomadas em troca de favores. Numa linguagem ainda mais popular, é o chamado toma lá, dá cá. É um fenômeno ligado diretamente à corrupção com o favorecimento a interesses privados, em detrimento do bem comum. Os partidos políticos fisiologistas, por exemplo, apoiam qualquer governo, desde que tenham suas concessões atendidas.

Esta é uma prática que faz com que a grande maioria da população considere a política uma sujeira. Apesar de que conceitualmente, a política seja a ciência da governança de um Estado ou Nação e também a arte da negociação. Mas política, nada tem a ver com politicagem, que lembra o fisiologismo do início deste texto.

É certo que muita gente sabe a diferença sobre o que estou escrevendo hoje, mas nunca é demais retomar o assunto. Lembre destes conceitos e dos movimentos praticados pelos políticos que pedem o seu voto. Avalie. Quem pratica política? Quem pratica a politicagem? Quem atua no interesse público e quem está preocupado em salvar a própria pele?

Puxadinho político

Mais uma vez a Reforma Política que vem se desenhando segue a linha de que ‘a emenda ficou pior que o soneto’. O Brasil está entre as dez maiores economias do mundo e agora também vai entrar para o rol dos dez piores sistemas políticos do mundo. Os senhores congressistas estão propondo mudanças que vão dificultar ainda mais a renovação dos eleitos. Enquanto for possível legislar em causa própria, é certo que eles o farão não é mesmo?

Retorno ao DEM

Boa parte dos membros do PSD com cargos eletivos de hoje foram um dia filiados ao DEM. E o retorno a esta sigla pode ser realizado em breve, dependendo é claro de como ficar a reforma e o calendário eleitoral para a janela de troca de partidos. O movimento pode ser explicado pela preferência deste grupo em apoiar o PMDB nas eleições de 2018. O deputado federal João Paulo Kleinubing deve puxar a fila que ainda inclui na lista o também federal João Rodrigues e o estadual José Nei Ascari.

Se esta movimentação se concretizar e o ex-deputado Júlio Garcia, hoje no TCE, ser candidato a vice-governador na chapa com o PMDB, mudaria o nome do candidato a deputado estadual na Amurel. Ascari seria indicado para o TCE e o hoje presidente do PSD de Tubarão, Luciano Menezes, seria candidato a deputado estadual pelo DEM.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Séculos de diferença

Povo não se importa de sangrar?

Garantir ou não o quórum para a votação que rejeitou o prosseguimento da denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) era uma das discussões entre os membros da oposição. Para uns a ideia era fazer o governo sangrar. Para outros era vota logo e virar mais esta página. Como sabemos, acabou dando quórum e a investigação, se ocorrer, deverá ser por outras vias.

Mas quem de fato está sangrando, é a população brasileira, que assistiu a tudo isso de forma muito silenciosa. Foi às ruas para mostrar indignação contra Dilma (PT) e agora a revolta ficou mesmo só nas redes sociais. Fora isso, pouco se viu de protestos sobre a forma como os deputados foram convencidos a votar a favor do presidente. Vai ver, o brasileiro está mesmo satisfeito com tudo isso.

Espaços no PT

O deputado estadual Dirceu Dresch (PT) pretende disputar uma vaga na Câmara Federal em 2018 abrindo espaço na região dele (Pinhalzinho-Oeste) para uma nova candidatura a estadual. A mesma renovação está difícil em outro reduto petista catarinense: Chapecó. Por lá, o ex-deputado federao Cláudio Vignatti quer voltar a disputar o cargo, mas para isso precisa que o atual parlamentar Pedro Uczai aceite disputar um cargo na majoritária, o Senado por exemplo.

Morro dos Cavalos

Logo depois da votação na Câmara, onde registrou voto favorável ao presidente Temer, o presidente da Frente Parlamentar em Defesa das BRs 101 e 285, o deputado federal Ronaldo Benedet (PMDB), esteve em audiência com o diretor geral do Dnit, Valter Cassimiro. Ele protocolou requerimento para construção da 5ª e 6ª pistas no Morro dos Cavalos e agendou uma vistoria no local, prevista para o dia 25 de agosto.

PSDB na TV

Na nova campanha que vai ao ar nas TVs e rádios de Santa Catarina a partir do próximo dia 9 de agosto, o PSDB de Santa Catarina ressaltará o projeto para ser protagonista nas eleições de 2018. A sigla trabalha há pelo menos dois anos com um objetivo definido: ter candidato a governador. Hoje o partido está presente em 294 dos 295 municípios catarinenses, com quase 110 mil filiados. Nas eleições de 2016 elegeu 39 prefeitos, 34 vice-prefeitos e 355 vereadores.

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