segunda-feira, 31 de outubro de 2016

A economia de cada um

O prefeito reeleito de São Ludgero, Volnei Weber (PMDB), obteve a maior vitória entre os municípios da Amurel. Foram 78,15% dos votos válidos. Proporcionalmente a vitória dele foi maior até que a de Clésio Salvaro (PSDB) em Criciúma e que fez 75,87%. Por esse resultado expressivo, deixando as siglas partidárias de lado, Weber merece a atenção de quem vai estar no cargo de prefeito a partir de 1º de janeiro.

Segundo ele, a economia gerada no início do mandato, em 2013, e mantida posteriormente permitiu que o município tivesse contrapartida para aproveitar os recursos estaduais e federais. Tudo isso aliado a manutenção das certidões negativas, é bom lembrar.

Passado o resultado das eleições, o que mais se viu neste mês de outubro foi a visita dos eleitos aos deputados em Florianópolis e Brasília, com o objetivo de garantir emendas para 2017. Se houve o compromisso dos parlamentares em fazer as indicações, agora os prefeitos deverão fazer a parte deles e garantir que essas emendas não sejam perdidas por falta de certidões ou recursos próprios. Será que conseguem?

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Donos da cadeira

Mesmo pouco tempo após as eleições municipais é impossível não se pensar nas eleições de 2018. Os prefeitos eleitos que já fizeram o roteiro dos gabinetes dos deputados estudais e federais sentiram a importância de ter mais representantes da Amurel em Florianópolis e Brasília. Perceberam também a diferença entre quem é titular e quem é suplente. A emenda, quase sempre é indicada pelo titular, não importando quem esteja sentado na cadeira.

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Um país pobre

O Brasil é atualmente a nona economia do mundo, mas continua sendo administrado como se este ranking estivesse de cabeça para baixo. Os temporais que atingiram Tubarão e Fraiburgo apenas nos ajudam a lembrar de como ainda somos pobres. A morosidade e a falta de recursos públicos para socorrer quem precisa, recuperar vias públicas, escolas, e tentar recompor a normalidade é impressionante, ou seria incompetência mesmo?

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PEC 241 x recurso da saúde em SC

Para o deputado estadual Dirceu Dresch (PT) a PEC 241, que congela os investimentos sociais por 20 anos, tornará sem efeito a medida aprovada pelos deputados estaduais na última semana, que aumentou o percentual de recursos para a saúde em Santa Catarina. Na avaliação dele, o aumento de recursos esperado será diluído pela crise e pela retração que a PEC 241 irá provocar no Brasil. "A PEC 241 vai aprofundar a recessão e levar à estagnação da economia brasileira, gerando impacto negativo nas transferências aos estados e municípios. Ou seja, a injeção de recursos que nós deputados esperamos ter com o aumento do percentual mínimo da saúde, pode ser simplesmente diluída pela crise."

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