quinta-feira, 9 de junho de 2016

Mais vigilância popular

O discurso de um deputado federal do PSDB do Rio Grande do Sul, Nelson Marchezan Junior, circula por algumas redes sociais sem muito alarde, mas toca num assunto que merece uma reflexão e até mesmo repercussão. Ele fala sobre o aumento dos salários no setor público e de como a crise parece não ter afetado tanto este setor.

Marchezan apresenta um número de 200 mil empresas fechando no país, ao mesmo tempo em que todos os setores públicos (executivo, legislativo e judiciário), têm os seus salários em dia e grande parte com aumentos.

O deputado ressalta que existe uma completa desconexão do setor público com a vida real do Brasil, dos problemas da sociedade, mais especificamente do momento econômico. Mas eu acrescentaria que a população em geral também não acordou completamente para esta situação.

Desde 2013 estamos vendo manifestações populares. Elas buscam a desvinculção dos partidos políticos, em alguns momentos não tiveram uma pauta definida e este ano tiveram o foco no impeachment, com movimentos a favor e contra.

É de se pensar que as vezes, as manifestações deveriam ser constantes, pois a classe política vive desafiando a paciência e apostando na falta de vigilância da população. Pois como pode milhares de pessoas se mobilizarem para apoiar ou não o impeachment e ao mesmo tempo, aceitar de braços cruzados a aprovação de aumentos salariais, que só complicam as despesas públicas, tiram dinheiro dos serviços básicos da população e fazem crescer o rombo da dívida pública?

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Maioria acha que nada mudou

A consulta feita pela Confederação Nacional dos Transportes indica que o governo do presidente interino Michel Temer (PMDB) tem avaliação positiva de 11% dos entrevistados, contra 28% de avaliação negativa. Para 30%, a avaliação é regular e outros 30% não souberam opinar. A aprovação do desempenho pessoal do presidente atinge quase 34% contra 40% de desaprovação. Quase 55% disseram que o governo de Temer está igual ao de Dilma Rousseff (PT) e que não se percebe nenhuma mudança no país. Para 20%, está melhor, e para outros 15% está pior. Além disso, para 46%, a corrupção no governo Temer será igual ao do governo Dilma. 28% acreditam que vai ser menor e 18% consideram que vai ser maior.

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