terça-feira, 10 de novembro de 2015

Quem aposta em novidade?

A mudança no prazo mínimo de filiação partidária aprovada na reforma eleitoral deste ano esfriou as articulações em torno das candidaturas de 2016. Se antes era de um ano, agora passou para seis meses antes das eleições, o que significa que até o início de abril nada estará definido. Todas as reviravoltas possíveis podem acontecer.

Mas é claro que apesar disso, as especulações continuam acontecendo. Em Tubarão, por exemplo, existem dois cenários possíveis. Um com três ou até quatro candidaturas de PT, PSDB, PMDB e PP, bem semelhante ao que aconteceu em 2012 e que para muitos favoreceria o atual prefeito Olavio Falchetti. Outro cenário seria com um chapão, unindo todos os partidos de oposição PSDB, PMDB, PP e PSD contra o PT.

Para que o chapão seja formado, dois partidos precisariam abrir mão de estar presente na majoritária e aí seriam negociadas a presidência da câmara de demais secretarias municipais. Será que se acertam? Como o ex-prefeito Carlos Stüpp (PSDB) não abre mão de ser candidato, os demais partidos também teriam que concordar com isso.

Se concretizada esta possibilidade a eleição seria praticamente um plebiscito comparando a atual gestão e com os dois mandatos do ex-prefeito. Para alguns pode ser um trunfo e para outros também um risco.

Corre por fora ainda uma terceira corrente com aposta num nome novo, fora do cenário político atual. Algo semelhante ao que aconteceu em Joinville, com o empresário Udo Dohler. Resta saber quem seria esta pessoa e qual partido seguiria esta estratégia? Mas no ritmo que está, esta informação vai ficar trancada numa gaveta, a sete chaves, até 2 de abril de 2016.

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