quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Diálogo para ajudar a entender

O tempo é de mudanças. Só que nem todas são bem-vindas ou entendidas. Nas escolas públicas, por exemplo, o número de estudantes é menor e o poder público precisa rever a utilização de espaços físicos e alocação de funcionários.

Por conta disso vem o que a Secretaria Estadual chama de reordenamento, mas que aos ouvidos da sociedade chega como fechamento de escolas. E isso ninguém quer. Um Estado que administre melhor os bens e recursos é cobrado por todos, mas obviamente ver uma escola fechada é difícil de aceitar.

Por isso o diálogo com as famílias precisa ser melhorado. Os prós e contras de se mudar ou até decretar o fim de uma escola poderiam ser melhor entendidos se o assunto não fosse determinado ‘por decreto’.

Por que as escolas que estão sendo fechadas perderam alunos ao longo dos anos? As famílias estão menores? Os estudantes migraram para a rede particular? Há outra alternativa? E se com essa crise, os estudantes tiverem que deixar as escolas particulares e voltar para as públicas? Vai ter vaga pra todo mundo?

São perguntas que poderiam ser esclarecidas se houvesse mais debate. Aí quem sabe seria mais compreensível a decisão de fechar uma escola.

Continue lendo...

Nada de satisfações

Onde também falta diálogo é na Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania, responsável pela administração dos presídios no estado entre eles o de Tubarão. O contrato com uma empresa que prestava serviços no presídio regional foi encerrado, funcionários demitidos, mas pouco se conseguiu esclarecer. A secretária é a deputada estadual Ada de Luca (PMDB) com quem a imprensa de Tubarão não consegue falar. Vale lembrar que a deputada obteve 7.795 votos na região em 2014. Em Laguna e Santa Rosa de Lima foi a candidata mais votada, mas em Tubarão foram apenas 593 votos, que talvez explica tamanha indiferença.

Continue lendo...

Férias coletivas no gabinete

As férias do prefeito Olavio Falchetti (PT) e do vice-prefeito Akilson Machado (PT) ao mesmo tempo para que seja possível a interinidade do presidente da câmara Jairo Cascaes (PSD) não soa bem. Ah, outros também já fizeram isso e ninguém falou nada. Até pode ser, mas se Olavio ao longo deste mandato queria ser diferente dos outros e manteve os vereadores do PT na Câmara porque foram eleitos vereadores, manteve o vice no cargo de vice porque foi eleito para tal, porque agora decidiu fazer ‘uma média’?

Continue lendo...

Google+ Followers

Seguidores

Twitter







Recent Visitors