terça-feira, 18 de agosto de 2015

Amin-Merísio. Será?

O comando estadual do Partido Progressista, o PP, deve mudar de mãos em breve. O ex-deputado estadual Joares Ponticelli vai passar o cargo para o deputado federal Esperidião Amin. O principal argumento é de que o ex-governador vai liderar as articulações da sigla para as eleições de 2016, visando também o pleito de 2018.

A principal especulação é de que Amin seria o pré-candidato do partido ao governo do Estado em 2018, mas de fato quem deve ocupar esta condição é a ex-prefeita de Florianópolis e também ex-deputada federal Ângela Amin. O projeto do PP teria como aliado o PSD, do governador Raimundo Colombo. O atual presidente da Assembleia Legislativa, Gelson Merísio, seria o pré-candidato a vice-governador. Vale lembra que na Alesc, o PP já faz parte da base e inclusive tem o líder governista.

Toda esta articulação das lideranças estaduais envolve os pleitos municipais de 2016 onde a aproximação entre os dois partidos já seria colocada em prática. Em Tubarão, também se especula de que Joares deixaria a presidência do partido para ser candidato a prefeito. Mas também de fato estaria mantida a pré-candidatura de Deka May, tendo como pré-candidato a vice, o atual secretário de desenvolvimento regional Caio Tokarski, do PSD.

Esta movimentação coloca o PMDB como adversário do PSD nas próximas eleições. Se confirmadas, cairiam por terra a possiblidade de os dois partidos estarem juntos em 2016 e 2018. Ao PMDB de Tubarão haveria novamente a possibilidade de investir na pré-candidatura de Edinho Bez ou numa aproximação com o PSDB, indicando o pré-candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Carlos Stüpp.

Pode ser cedo para ter estas posições definidas, mas aos poucos o cenário vai se desenhando.

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Insatisfação nas ruas

Sobre os novos protestos de domingo, o que vou dizer agora não é uma questão de apoio ao governo e ao PT e nem de condenação aos protestos da população. Quem foi pra rua está certo em manifestar a sua insatisfação com o momento do país. Deveria ser sempre assim. O momento que vivemos é ruim. É o pior da última década, mas é melhor do que há vinte, trinta anos. Além disso, fica a dúvida, será que o impeachment da presidente, para assumir o vice-presidente vai melhorar alguma coisa?

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