quinta-feira, 25 de junho de 2015

Decepção também é culpa do eleitor

Na hora de escolher um candidato, os partidos políticos, é claro, procurar se definir por aquele que aparece melhor nas pesquisas, que tem mais carisma e popularidade com o eleitor. O projeto de governo geralmente fica em segundo plano. A preocupação primeira é vencer as eleições. Não estão errados, pois cada um toma as suas decisões conforme os seus interesses.

O eleitor muitas vezes cai nesta mesma armadilha proposta pelos partidos. Vai nas ondas de mudança ou de popularidade, sem se preocupar muito se aquele candidato tão simpático será capaz, depois de eleito, de atender a todas as expectativas. O projeto de governo também fica em segundo plano. Mas neste caso não deveria ser assim. O cidadão, este sim, tem que ser o mais interessado em saber o que candidato vai fazer e como vai fazer caso seja eleito.

Sem atenção a estes detalhes, o que sobra é decepção.

Como da classe política não se pode esperar uma mudança de comportamento quem precisa tomar uma atitude é o cidadão eleitor. A mudança tem que partir da população. Vai desde deixar de trocar voto por favor a não se iludir mais com o candidato amigão e camarada que reaparece sempre perto das eleições.

Pense no que você gostaria que fosse feito para a sua cidade e procure candidatos que tenham compromisso com isso. Não há garantias de que isso vai dar certo, mas pode diminuir as possibilidades de novas decepções.

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