terça-feira, 23 de junho de 2015

Quem se oferece para ser reserva merece ser titular?

Nas eleições municipais de 2012 em Tubarão houve uma disputa muito acirrada sobre que esteve em segundo lugar nas pesquisas. O curioso é que era uma discussão vazia, pois por aqui, como em todas as cidades do Sul do Estado, não temos segundo turno. Então, o que realmente era importante era quem estava em primeiro lugar.

Agora em 2015, a um ano de novas eleições, se discutem prováveis pré-candidatos e também aqueles que se colocam à disposição para ser vice. E novamente se questiona qual é o potencial de um partido ou pré-candidato que se coloca à disposição para compor uma chapa como vice-prefeito.

Se tem realmente algo de bom para oferecer, deve-se colocar neste momento na condição de protagonista. E protagonista em eleição municipal é o candidato a prefeito. Vai ser vice, lá na frente, se a viabilidade e os acordos partidários mostrarem que assim deve ser.

Estar disposto a ser vice em alguma chapa, a um ano das eleições, é quase o mesmo que admitir que não tem potencial para ser nada. Pra mim, o vice nem deveria existir, pois temos uma sucessão prevista em lei que pode preencher o cargo. Daria para economizar mais um salário. Mas como temos um sistema em que ele existe e muitas vezes assume a condição de prefeito, candidato a vice dever ser alguém tão preparado quanto o candidato a prefeito e com potencial para ser também o titular.

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Ficou pra novela

Por mais que tentem explicar e até negar, a exclusão das questões de gênero do Plano Municipal de Educação cheira a preconceito. Deram um destaque enorme a este assunto como se ele fosse o principal do PME. A defesa é que o debate pertence às famílias. Por decreto, decidiram que nos próximos dez anos não vai se falar deste tema nas escolas. Mas nas ruas e novelas, pode ter certeza de que ele será

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