segunda-feira, 29 de setembro de 2014

O projeto do PV

A passagem do candidato a presidente pelo PV, Eduardo Jorge, por Tubarão e Capivari de Baixo colocou a região no mapa da campanha presidencial. Desde Cristovam Buarque (PDT), em 2006, que nenhum candidato passava por aqui.

Mas a conversa com Jorge foi além das eleições de 2014.

Perguntado se esperava vencer as eleições tratando de assuntos polêmicos como a descriminalização das drogas e legalização do aborto, logo foi dizendo: “Eu não vou ganhar”. Até aí nenhuma novidade, já que o candidato aparece com menos e 1% dos votos nas pesquisas. “Nosso projeto é ganhar prefeituras em 2016”, completou.

Segundo Eduardo Jorge, o partido quer lançar candidatos e tentar administrar os municípios com as ideias do PV. “Defendemos um desenvolvimento sustentável e uma série de propostas, mas a base de tudo deve começar nas cidades. Só assim o PV pode crescer e ajudar o país”.

Ficou no ar, então, a questão: o PV de Tubarão vai ter candidato a prefeito em 2016?

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Tá chegando

E o dia das eleições está chegando. Os dias que antecedem o pleito são de muita expectativa para os candidatos. Quem será que consegue se eleger? Previsão otimista indica que a Amurel pula de dois para três deputados estaduais e mantém um federal. A pessimista é cair para um estadual e nenhum federal, o que seria muito ruim, mas muito ruim mesmo.

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Mais uma para a história

A eleição para a mesa diretora da Câmara de Laguna na última sexta-feira foi pra ficar na história. Roberto Alves (PP) foi reeleito por 7 a 6 para ficar no cargo o biênio 2015-2016. Mas até a votação final, o dia foi longo. Os sete vereadores favoráveis à reeleição teriam passado o dia incomunicáveis, longe das ‘tentações’ para mudar de lado. Até uma prisão de Alves, que responde a um processo por estelionato, teria sido anunciada, tornando o clima ainda mais tenso.

Oposição questiona
A chapa derrotada na eleição da Câmara de Laguna era liderada pelo vereador Rodrigo Moraes (PR). Ficou sem o voto do correligionário Silva Bombeiro (PR), mas teve o voto de Kleber da Kek (PP), que resistiu a um mal súbito e ficou na sessão. Cogita-se que a inscrição da chapa vencedora possa ser questionada, pois o documento registrava biênio 2014-2015, quando o correto é 2015-2016.

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