quinta-feira, 6 de março de 2014

Ano curto

Apesar de muita gente estar trabalhando, produzindo, procurando fazer as coisas acontecerem o sentimento geral é que o ano finalmente está começando. Ou começa mesmo na próxima segunda-feira, 10 de março.

Mas na esfera pública o ano de 2014 se mostra bem complicado. Começa tarde e já tem previsão de parar logo cedo. No inicio de junho teremos a Copa do Mundo e logo depois em 1º de julho o início das campanhas eleitorais. O que significa uma pausa geral em novos projetos e convênios. O que não começar até lá fica para outubro, se der.

Os mais cobrados por esta pasmaceira, geralmente são prefeitos e vereadores, que obviamente estão mais próximos. Mas todos deveriam lembrar que os responsáveis por um calendário apertado, com eleições a cada dois anos, são aqueles que serão eleitos em outubro.

Deputados e Senadores são os responsáveis pela elaboração de Leis e reformas que poderiam fazer mudanças significativas neste esquema que só atrasa o país. Mas se ninguém se lembrar disso, serão eleitos os mesmos de sempre e nada muda.

Os candidatos vão falar durante a campanha que vão brigar pela saúde, por educação, por redução de impostos, mas o eleitor também deveria cobrar pela Reforma Política, pelo maior controle de gastos públicos e situações que garantam um país mais ágil e em condições de apresentar algum crescimento.

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