quarta-feira, 5 de setembro de 2012

11, 13, 15, 45, 55...

Quem trabalha na coordenação regional das campanhas políticas tem que se cuidar para não trocar os números e os adesivos. A salada eleitoral é tão grande que o aliado aqui é adversário ferrenho na cidade do lado. As coligações mais estranhas são formadas e rivalidades históricas ficam de lado.

O coordenador regional das campanhas do Partido Progressista, Laércio Menegaz, é um destes exemplos. Esteve presente em todos quatro debates realizados pela Unisul TV até agora, mas ainda não repetiu o número colado ao peito. Em Tubarão o PP está coligado com o PMDB (15), em Imbituba com o PSDB (45), em Jaguaruna é cabeça de chapa (11) e em Imaruí está coligado com o PSD (55). Voltará em outros programas com números diferentes. O próprio Menegaz concorda que esta confusão atinge o eleitor e que sem reforma eleitoral, vamos continuar assim.

Ainda sobre o calendário eleitoral, o deputado estadual Joares Ponticelli (PP) disse ontem na Alesc, que não é mais admissível fazer eleições a cada dois anos porque isso gera gastos, muito cansaço e até apatia dos eleitores. Afirmou que é preciso ter coragem para fazer essa discussão com a opinião pública e ao se repetir a cada dois anos, o processo político-eleitoral para a máquina pública.

A também deputada estadual Angela Albino (PCdoB), que é candidata a prefeita de Florianópolis numa coligação com outros seis partidos, também disse que o atual momento é uma tragédia para a democracia e torna o ambiente político muito instável. Ela considera muito caro para o país realizar eleições a cada dois anos e defende o financiamento público de campanha.

Uma reforma efetiva precisa ocorrer mas como ela está nas mãos dos próprios políticos fica difícil acreditar que ela vá acontecer. Para mudar esta realidade deve-se fazer o discurso virar pratica e quem sabe, quem sabe, esta confusão diminua e o eleitor passe a se interessar mais pela política.

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Produtores rurais terão alíquota mínima de ICMS sobre energia elétrica

O Projeto de Lei 153/2012, que dispõe sobre o ICMS relativo à fixação de uma alíquota mínima de energia elétrica aos produtores rurais, foi aprovado na sessão de ontem (4/9) na Alesc. Conforme a matéria, de autoria do deputado estadual Dóia Guglielmi (PSDB), em Santa Catarina foram adotadas alíquotas diferenciadas para a incidência do ICMS, estabelecendo-se o índice de 17% como alíquota geral, o de 25% como alíquota máxima e o de 12% como alíquota mínima. No que se refere à energia elétrica, fixou-se que a regra geral é a de cobrança do imposto à razão de 25%. Considerando que a energia é produto essencial, a proposta é a de fixação da alíquota mínima de 12% para os produtores rurais.

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