quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

A resposta de Stüpp

Os membros do PSDB de Tubarão esperam que o ex-prefeito Carlos Stüpp se inspire na atitude do ex-governador de São Paulo José Serra que assumiu a condição de disputar as prévias da sigla para a prefeitura de São Paulo. Em Tubarão, sem prévias, os tucanos sonham com a mudança de ideia do prefeito e que ele aceite ser o pré-candidato da sigla para as eleições municipais.

O ‘sim’ definitivo é esperado para hoje à noite, em reunião que será realizada na Associação Brunatto, às 20 horas.

Amurel escolhe novo presidente

Assembleia marcada para esta quarta-feira definirá a nova diretoria da Amurel para o ano de 2012. O prefeito de Tubarão Manoel Bertoncini (PSDB) deixará o cargo para um novo presidente. Entre os interessados para o cargo estão o prefeito de Laguna, Célio Antonio (PT), e de Capivari de Baixo, Luiz Carlos Brunel Alves (PMDB). Mas como o ano é de eleições municipais, caso o escolhido dispute a reeleição terá que se afastar do cargo já no mês de abril. Por isso a aposta é num nome que esteja fora das eleições. Xela (PP), de Treze de Maio, e Antônio Mauro (PP), de Sangão, também são lembrados como prefeitos em final de mandato e que não presidiram a entidade.

A assembleia está marcada para às 14 horas e também marcará o retorno dos prefeitos de Grão Pará, Pedras Grandes e São Ludgero à entidade. Além da escolha da diretoria da Amurel, também haverá eleição da diretoria do Consórcio Intermunicipal de Saúde (CIS-Amurel).

Obras de Willy Zumblick pedem socorro - 1

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Esqueçam os nomes, discutam as propostas

O PMDB de Tubarão lança pré-candidato no sábado (3/3) e o PSDB também realiza encontro para tentar definir um nome para as eleições de outubro. Semana movimentada e momento em que os partidos procuram por definições. Mas ainda falta muito.

A hora é de muita conversa, de apostas, de blefes e de tentativas de mostrar que os partidos tem algum nome para a disputa.

Mas também considero que é um momento muito vazio e que reflete o que se chama de ‘política’ atualmente. A discussão das siglas gira apenas em torno de nomes e argumentos para justificar ou desqualificar este ou aquele pré-candidato. De projetos, nem se fala.

Por exemplo, para uns, ter o deputado federal Edinho Bez (PMDB) como pré-candidato, significa perder um representante em Brasília caso ele seja eleito. Mas tê-lo como prefeito também significa ter um político experiente e que conhece os caminhos para obter recursos federais.

Contra Olávio Falchetti, do PT, pesam os argumentos de que é difícil se eleger com chapa pura. Mas também terá mais liberdade para administrar sem os compromissos de uma grande coligação.

O PSDB reúne-se amanhã para tentar definir um nome que seja capaz de disputar as eleições e sonha com a volta de Carlos Stupp.

O PSD tem em Pepê Collaço um nome disponível para uma coligação e o PP oferece os vereadores Deka May e Dionísio Bressan.

São muitos nomes, mas ninguém fala em projeto. Quais são as propostas partidárias que estes pré-candidatos deveriam representar? O que os partidos planejam para melhorar a educação, a saúde, a segurança e a sociedade em geral?

Se houvesse alguma movimentação neste sentido, teria menor importância a escolha do nome do pré-candidato. Sem depender desta ou daquela pessoa, haveria na mesa um projeto de desenvolvimento para a cidade, com o compromisso do escolhido de trabalhar por ele.

Mas hoje vivemos a ‘ideologia do eu’ e não há espaço para esse tipo de conversa.

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Sacolas com dias contados?

Se depender do vereador de Tubarão, João Fernandes (PSDB), o uso de sacolas plásticas no comércio está com os dias contados. Ele apresentou Projeto de Lei que dispõe sobre a obrigatoriedade da substituição de sacolas plásticas convencionais por sacolas ecológicas nos estabelecimentos comerciais. Não tive acesso ao texto do PL, mas quem pagará a conta da substituição? A ideia é boa e já foi defendida por aqui, mas agora resta saber se haverá alguma discussão, pois os assuntos ligados ao meio ambiente costumam passar batidos pela casa legislativa.

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Edinho confirma pré-candidatura a prefeito de Tubarão

O deputado federal Edinho Bez realiza desde ontem (22/2) um roteiro de visitas em mais de 20 diretórios do PMDB do Sul do Estado. Até sábado (25/2) ele fará relatos do trabalho desenvolvido em Brasília e discutirá o seu futuro político que já está traçado. Na próxima semana, no dia 3 de março ele vai lançar a pré-candidatura a prefeito de Tubarão, em evento marcado para às 15h15min. Só falta definir o local.

Saúde: cobrança por melhor gestão

Qualquer pesquisa que se faça entre a população, o tema saúde estará entre eles. Serão queixas sobre falta de remédios, de médicos nos postos de saúde, de espera por consultas e cirurgias entre outras necessidades.

E é fato mesmo. Em boa parte de nosso pais os serviços de saúde pública são lastimáveis e não oferecem a devida qualidade. A população fica vulnerável e dependente de um Sistema que mais parece uma loteria.

Só que o Sistema Único de Saúde também tem alguns bons exemplos de serviços prestados. São poucos, é verdade, mas eles existem. Então a pergunta que se faz é por que o SUS não funciona bem em todos os lugares?

Uma das respostas é boa gestão. Certamente no Hospital Estadual Sumaré e no Instituto do Câncer em São Paulo, no HemoRio e no Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Rio de Janeiro, que estão entre os melhores hospitais públicos do Brasil, não há desvio de recursos.

Se falta dinheiro em algum lugar é porque ele está sendo mal administrado ou não está chegando onde deveria chegar. Seja por corrupção ou por desleixo na manutenção de equipamentos e desperdício de energia elétrica.

A Campanha da Fraternidade quer ajudar a focar nestas situações e motivar que todos ajudem a melhorar esta situação. Se o Sistema é público todos devem contribuir para que ele seja mais eficiente.

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Câmara tem novos membros na Mesa Diretora

Os vereadores João Fernandes (PSDB) e Ivo Stapazzol (PMDB) foram eleitos 1º Vice-Presidente e 2º Secretário, respectivamente, na Mesa Diretora da Câmara de Tubarão. Eles ocuparão as vagas que foram abertas por Caio Tokarski (PSD) e Edson Firmino (PMDB) que se licenciaram dos cargos para ocupar cargos de secretários municipais em 2011. O pedido de uma nova eleição para os cargos foi feito pelo vereador João Fernandes na sessão de ontem. Ele apresentou o requerimento baseado na vacância dos cargos que já durava mais de 120 dias.

Charge do Nunes

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O plano B de Capivari de Baixo

O julgamento da Lei da Ficha Limpa no STF foi suspenso ontem e pode terminar hoje. A decisão mais uma vez é determinante para definir o quadro eleitoral de 2012? As discussões se arrastam há dois anos.

A Lei poderia ter o nome trocado pois servirá para punir quem tem a Ficha Suja. Um dos municípios aqui da região onde o julgamento é aguardado com expectativa é Capivari de Baixo. Se aprovada tira definitivamente do pleito o atual prefeito Luiz Carlos Brunel Alves que tem condenação em processos que tratam do repasse de recursos para a Câmara de Vereadores e da cessão de terrenos sem licitação. O prefeito foi condenado a três anos de prisão em regime aberto e perda dos direitos politicos e está recorrendo da decisão.

Com isso o PMDB deve partir para o chamado plano B e o candidato da sigla pode ser o professor Expedito Michels que deixou o PSDB em 2011. Ele seria a principal alternativa da sigla que ainda teria o vereador Valmiro Rosa, o Bila, como outro nome disponível.

Mas é preciso dizer que tanta demora e discussão jurídica em torno de uma Lei poderia ser evitada se outros personagens do sistema político fizessem a sua parte. A instituição de uma Lei só é necessária porque primeiro os partidos políticos não fazem a sua parte. Permitem que pessoas sem a ficha limpa sejam candidatos, enquanto que dentro da sigla já poderiam fazer este filtro. Deveriam oferecer à sociedade o que tem de melhor, mas não o fazem.

Depois os eleitores também não se preocupam com o currículo dos candidatos. Ficam mais preocupados com os favores e promessas que são feitos durante a campanha e pouco se interessam sobre a idoneidade dos candidatos que se oferecem para os cargos públicos. Deveriam valorizar o voto, escolhendo os melhores, mas também não o fazem.

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Um destino para o Pré-Sal

O consumo interno de gasolina cresceu quase quatro vezes em 2011 no Brasil. Passou de 9 mil barris de petróleo por dia para 43 mil, o que corresponde a 378%. Para piorar, o país não consegue refinar todo o petróleo que extrai. Já pensaram quando o Pré-Sal ‘bombar’? Mas será que também não se deve pensar em outras fontes renováveis? Ou então, em garantir que parte dos recursos obtidos do Pré-Sal sejam investidos em pesquisas para acabar com a dependência do petróleo? Se realmente estamos com os olhos do mundo voltados para nós, devemos começar a agir como vanguarda.

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O que dizem as pesquisas internas?

Os partidos tem o mês de junho como prazo final para definir os candidatos de 2012. O tempo que antecede esta data tem sido usado para tentar construir alianças. De fato, se conversa muito, mas a definições ainda devem demorar.

O que muitos procuram nesta hora é deixar amarrada uma coligação que garanta desde tempo nos programas de rádio e televisão até o que mais interessa que são reais chances de vitória.

Todos procuram estar ao lado do candidato que melhor aparece nas pesquisas que nesta hora não são divulgadas e tem seus resultados usados somente para o planejamento.

O que se percebeu neste período de verão é que tem muita gente interessada em fazer o único pré-candidato a prefeito definido a mudar de ideia. Olávio Falchetti, do PT, anuncia há um bom tempo que será novamente candidato com chapa pura. Aceitará apoios, mas sem coligações.

Mas nos jornais e emissoras de rádios o que mais se leu e se ouviu foi de que é impossível ganhar uma eleição sem uma coligação. E que a ‘teimosia’ de Olávio é conversa de quem não quer ganhar.

Será que é isso mesmo? Em geral, sem coligação fica muito mais difícil, mas o que será que as pesquisas internas andam dizendo? Porque há um esforço tão grande para tentar fazer o petista mudar de ideia?

Olávio foi o candidato a deputado estadual mais votado em Tubarão nas eleições de 2010. O cenário era diferente e o número de candidatos também. Será que está tendência se confirma para 2012?

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Conta que não fecha

As obras que o Dnit pretende realizar em 2012 estão orçadas em R$ 12 bilhões. Mas o Ministérios dos Transportes só terá metade do dinheiro (R$ 6 bilhões). A solução é óbvia e o jeito será cortar. Portanto muitas obras não sairão do papel.

Diante da informação fica a pergunta: “e a conclusão da BR-101?”. O que vem de Brasília é a promessa de que a obra está entre as prioridades e não será cortada.

O portador destas informações é o prefeito de Laguna Célio Antônio (PT) que esteve na Capital Federal na semana passada. Ele diz que foi autorizado a divulgar isso. Mas também disse que muitas outras coisas não pode revelar. E é dessa parte que mais tenho medo!

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Obras na região = contos da carochinha

Assinatura de convênio para obra e novas promessas do Dnit. A quarta-feira foi de novas reuniões e previsões para a região. Será que agora sai a ponte de Congonhas? Do jeito que anda até conto da carochinha tem mais crédito do que esses políticos.

Mas vamos relembrar. O convênio para a construção de uma nova ponte em Congonhas, assinado ontem em Florianópolis, não foi o primeiro. A novela de uma nova ligação entre os municípios de Tubarão e Jaguaruna é antiga e já teve outros capítulos que não deram em nada.

Vou lembrar de 2008. Há apenas quatro anos já havia um convênio com o governo do Estado, prevendo a contra-partida das prefeituras. Só que o dinheiro foi devolvido. Naquela época o repasse do estado seria de R$ 500 mil e R$ 180 mil foram devolvidos no final de 2008 porque as prefeituras não cumpriram as suas partes.

A prefeitura de Tubarão chegou a repassar R$ 42 mil, mas depois passou a ter problemas com falta de certidões negativas, um dos motivos alegados para a justificar dificuldades na renovação do convênio.

Já a prefeitura de Jaguaruna teve problemas com o repasse de recursos e dificuldades para cumprir com a sua parte do convênio.

No final de 2011 quando estava quase tudo certo para o tal novo convênio se resolveu deixar para o início deste ano. Mas faltou combinar com a ponte para ver se ela aguentaria mais esta espera.

Agora com nova fotografia dos ‘padrinhos’ da obra no jornal fica a nova promessa de que tudo estará pronto ao final de 2012. Com tanta burocracia e uma eleição municipal no meio, alguém acredita? É pagar pra ver.

Da mesma forma que toda a população do Sul do Estado paga para ver as promessas do Dnit saírem do papel em relação às obras da BR-101. Em nova reunião ontem em Brasília do diretor-geral general Euclides Fraxe com deputados da região foram dadas algumas respostas. Mas nenhuma data concreta foi apresentada, até porque você já viu político apresentar o dia certo para cumprir com alguma promessa?

Ponte de Cabeçudas deve começar em março, túnel do Morro do Formigão em ‘curtíssimo’ prazo, quem sabe até em fevereiro, isso sem falar em outros trechos que não são aqui em nossa região. Se antes da reunião já se soube que faltam recursos para realizar as obras do PAC fica difícil acreditar em mais esta conversa com o Dnit. É mais fácil acreditar num conto da carochinha.

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O dinheiro das prefeituras

Novamente ano de eleições e oportunidade para o cidadão escolher os seus representantes. O eleitor precisa dedicar atenção para selecionar em quem vai votar. Só assim ele pode diminuir a chance de votar errado. Depois não adianta reclamar.

E como as eleições são municipais, eu gostaria de lembrar a situação das prefeituras. Você já percebeu que atualmente elas não conseguem fazer nada sozinhas? Para qualquer obra, pequena ou grande, seja pavimentar uma rua ou construir um prédio, elas precisam de uma ajudinha de fora. E com ajudinha eu quero dizer um convênio com o governo do estado, uma emenda parlamentar ou aprovar um projeto em algum ministério.

Por que isso ocorre? Primeiro é certo dizer que o modelo atual de distribuição dos recursos públicos ficou concentrado em Brasília, sobrando muito pouco para os municípios. Mas será que esta é a única razão?

Se é tão difícil assim obter recursos para realizar obras nos municípios, por que há tanta gente interessada em ser prefeito? Por que tanta gente quer ter um emprego onde não se tem o dinheiro necessário para fazer o que prometeu na campanha? Por que tanta gente quer um cargo onde terá que ficar perambulando por gabinetes de deputados e ministérios em busca da tal ajudinha?

Será que não é possível realizar uma gestão mais eficiente dos recursos municipais para diminuir esta dependência? Do jeito que está a impressão que se tem é que as prefeituras só tem dinheiro para pagar os salários dos funcionários e o custo de manutenção da estrutura. Não sobra um real para investimentos. E com isso a espera por obras e realizações vai se arrastando durante o tal mandato de quatros anos.

Por isso o eleitor deve ficar atento às promessas que vão surgir ao longo deste ano. Cuidado com o anúncio exagerado de grandes obras e realizações. É tudo mentira, pois depois de eleitos, os tais prefeitos vão dizer que dependem da participação de outro governo para fazer a obra e que isso vai demorar um pouquinho.

Como existe pouco interesse em mudar o modelo atual de distribuição dos recursos, as prefeituras não precisam então somente de políticos com bons projetos, precisam também de bom gestores que consigam administrar melhor os recursos públicos para se diminuir esta dependência.

Agora se o eleitor não prestar atenção no que os candidatos dizem durante a campanha e não perguntar como é que eles vão fazer o que estão prometendo, vai continuar tudo na mesma. E depois de quatro anos não adianta reclamar e dizer que foi enganado.

Eu vi

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Ministro da Pesca discute projetos em Laguna

O ministro da Pesca e Aquicultura, Luiz Sérgio de Oliveira (PT), esteve em Laguna visitando algumas obras e discutindo futuros projetos para a região

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