sábado, 7 de agosto de 2010

Carmelito Smieguel (PMN): candidato ao governo de SC

Carmelito Smieguel (PMN)
Funcionário público municipal em Joinville já disputou o cargo de vereador cinco vezes e uma vez de deputado estadual. Agora tenta o governo dentro de um partido pequeno e com pouca estrutura

BLOG DO RAFAEL MATOS - O estado e a região têm bons números de geração de empregos, mas o que fazer para também crescer o valor pago pelos salários?
CARMELITO SMIEGUEL - O salário é uma lógica do bom andamento do serviço púbico, quando ele anda bem atrai empresas para o estado e isso ajuda a melhorar a renda. Também o investimento na agricultura faz com que o homem do campo fique no campo e um número menor de pessoas procure emprego na cidade. Quanto menos gente procurando emprego, maiores serão os salários pagos. Isso faz melhorar a qualidade de vida em termos de alimentação, na habitação, na saúde, na educação, segurança e em todos os sentidos.


BRM - As cidades enfrentam problemas com falta de médicos e leitos nos hospitais. Que tipo de parceria pode ser feita com os municípios para resolver esse problema? Repassar para entidades sociais pode ser uma solução?
CS - Eu acho que seria um crime contra a sociedade. Eu eu trabalho com saúde pública há 14 anos e quando assumi a administração o Hospital Municipal São José, em Joinville, estávamos quase nesse ponto: entregar o hospital para alguma entidade. Em oito meses do nosso trabalho conseguimos abrir o Pronto Socorro que estava fechado há cinco anos por falta de interesse de fazer funcionar. Existem interesses estranhos ao serviço público que fazem com que a saúde fique dessa forma, mas com vontande é possível fazer.


BRM - São poucos os municípios no estado e região que têm saneamento básico. O que falta para fazer estas obras?
CS - Em 2004 apoiei o ex-prefeito de Joinville com a proposta de municipalizar a água da cidade. No final do governo tinha R$ 32 milhões em caixa, portanto tinha dinheiro para fazer a obra. Eu defendo que o orçamento seja regionalizado para que as regiões decidam como aplicar os recursos, onde fazer os investimentos. Não podemos ficar na dependência da vontade dos governantes. O estado deverá apenas repassar os recursos, mas serão as comunidades que irão decidir como eles serão aplicados.

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Charge - Nunes

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