sexta-feira, 9 de julho de 2010

Voto pelo Sul

Acit e CDL organizam uma reunião para discutir o movimento pelo voto regional, o chamado Voto pelo Sul. Representantes do meio empresarial e lideranças políticas buscam fortalecer a representatividade política da região.

Campanhas como essa do voto regional já foram realizadas em outras regiões em outras eleições e deram certo. Outras regiões do estado também vão realizar este ano e a atitude de Acit e CDL que surgem como líderes neste processo é muito importante.

Mas eu entendo que essa campanha de Voto pelo Sul já deveria ter começado bem antes para que se evitasse o grande número de candidatos que temos por aqui. Para deputado estadual são doze nomes, com domicílio eleitoral na Amurel, e mais um monte de gente que ou nasceu por aqui ou tem algum parente ou ligação com a região. Um único partido, o PDT, tem três candidatos.

Se contarmos o Sul inteiro, e isso deveria ser levado em conta, para formarmos uma grande bancada na Assembleia Legislativa esse número cresce bastante. Mais do que dobra. Eu contei pelo menos mais dezesseis candidatos nas regiões de Amrec e Amesc.

Mas voltando a Amurel, se dividirmos os cerca de 280 mil votos que existem na região e se todos os eleitores votassem em candidatos daqui, a estimativa é de que seria possível eleger pelos menos cinco deputados estaduais. Hoje temos três.

É claro que nada disso seria preciso se tivéssemos o voto distrital por exemplo, pois cada região teria garantido os seus representantes. Mais um motivo para se fazer a reforma política.

Mas é claro que tudo isso é suposição e a campanha vale para conscientizar. Pois é preciso conquistar o eleitor para que ele se convença da ideia, já que contar que os partidos a lançem menos candidatos é ainda mais difícil.

É preciso também que estes candidatos tenham propostas concretas para o desenvolvimento da região. De outro jeito não dá para convencer ninguém. O eleitor precisa olhar para isso, para as ideias que o candidato representa e não somente para o endereço dele.

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Candidatura de Deka May: cadê o registro?

A indefinição da candidatura de Deka May (PP) a deputado federal foi comentada nos jornais diários de Tubarão ontem e hoje. O argumento é de que ele e Edson Firmino (PDT), também candidato ao mesmo cargo, aguardam as definições dos partidos para saber se seguem em frente ou não. O curioso é que a candidatura do pepista ainda não foi registrada pelo TRE. Ele tem até amanhã para fazer o registro de forma individual.

Ainda na quarta-feira, o jornalista Adelor Lessa, cita que Deka foi impedido de ser candidato pelo presidente estadual do PP e deputado estadual Joares Ponticelli, para preservar o espaço para o deputado federal João Pizzolatti (PP), que agora pode ficar de fora por causa da ficha suja.

Caso Pizzolatti fique mesmo fora da eleição, perderam a chance de ser candidatos Deka e o secretário nacional de Saneamento Ambiental Leodegar Tiscoski (PP), que havia desistido de disputar o pleito pelo mesmo motivo.

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