terça-feira, 16 de março de 2010

TJ suspende direitos políticos dos vereadores Maurício da Silva e Léo Rosa

Os vereadores de Tubarão, Maurício da Silva (PMDB) e Léo Rosa (PPS), tiveram os direitos políticos suspensos pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina nesta terça-feira (16/3). Eles devem entrar com um ação rescisória para tentar reverter a decisão.

O processo que envolve os vereadores começou em 2003 quando eles já eram vereadores e ocuparam os cargos de Gerente Regional de Educação e Secretário de Desenvolvimento Regional, respectivamente. Na época eles chegaram a ficar afastados por duas sessões da Câmara de Vereadores.

Até receberem a intimação da decisão judicial os vereadores não terão que se afastar dos cargos. A participação deles na sessão de quinta-feira (18/3) ainda é garantida.

Maurício da Silva é o atual presidente da Câmara de Vereadores de Tubarão e Léo Rosa de Andrade é suplente e ocupa a vaga do vereador Edson Firmino (PDT), que está sob licença médica.

Silva informou no final da noite que deve convocar uma entrevista coletiva para às 11 horas desta quarta-feira (17/3).

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Léo Rosa e Maurício da Silva reassumem vagas na Câmara
Vereadores de Tubarão não precisam mais optar entre cargos

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Mais policiais também em Laguna

MA situação da violência também preocupa nos municípios vizinhos. Em Laguna a vereadora Jussalva Mattos, a Nega (PSB) pediu ao secretário de Segurança Pública e Defesa do Cidadão, Ronaldo Benedet (PMDB), maior efetivo policial para atender todas as comunidades da cidade.

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Confisco que mudou atitudes

Nos últimos meses estão sendo lembrados alguns fatos que fazem parte da história democrática do Brasil. Por exemplo, em dezembro completamos 20 anos da eleição direta do presidente Fernando Collor, a primeira depois de quase 30 anos. Ontem (15/3) completamos 25 anos da redemocratização e 20 anos da posse de Fernando Collor e hoje, 16 de março, é o aniversário de 20 anos de uma das mais polêmicas medidas deste ex-presidente: o confisco das contas bancárias.

Quem não lembra, pergunte aos mais velhos sobre o que aconteceu em 20 de março de 1990. O então presidente Collor e a recém empossada ministra da Economia Zélia Cardoso de Mello anunciavam o Plano Collor, numa tentativa de conter a superinflação.

Oficialmente chamado de Plano Brasil Novo, o pacote econômico ficou na memória por causa do bloqueio do dinheiro da população. Em muitos casos, economias de uma vida inteira ficaram congeladas no Banco Central.

Com a medida, todos os depósitos das contas correntes, das cadernetas de poupança e do overnight, uma aplicação financeira da época, acima de CzN$ 50 mil foram congelados por 18 meses. Em valores atuais, corrigidos pelo IPCA, isso seria algo em torno de R$ 5,8 mil. A promessa era de devolver tudo corrigido, mas na prática só a metade retornou.

Mas o que para muitos foi um grande absurdo, o Plano também ajudou a mudar a atitude das pessoas. Ao invés de só poupar, muitos passaram a buscar novos investimentos e com isso, novos negócios foram surgindo, mais empregos e mais desenvolvimento. De qualquer maneira, o Brasil mudou naquele 16 de março.

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Há 20 anos, governo Collor anunciava confisco de parte das contas correntes e da poupança

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