domingo, 15 de novembro de 2009

Licenças e desenvolvimento

Nos últimos tempos ouvimos falar, e muito, em licenças ambientais para construir isso e aquilo. A última é sobre a licença ambiental para pavimentar a estrada que liga o Camacho ao canal da barra em Laguna. Muitos protestos e coisa e tal.

Tem uma outra, que é a licença ambiental para o funcionamento da fosfateira em Anitápolis que também gera discussão, e neste caso mais manifestações contrárias do que favoráveis.

Reportagem do Diário Catarinense deste domingo fala sobre um empreendimento turístico na Serra do Tabuleiro que demorou 14 anos para obter todas as licenças necessárias.

É preciso desenvolver e todos pedem por isso. O desenvolvimento não pode também ser a qualquer custo. Muito menos a custo de corrupção.

É, pois no meu entendimento, todo este lenga-lenga em torno destas licenças só gera corrupção. Lembra do caso Moeda Verde, em Florianópolis?

Enquanto não tivermos mecanismos justos e confiáveis para garantir estas licenças e o desenvolvimento sustentável, vamos ficar nesta desconfiança. E nisso todos concordam. Não é bom para ninguém que seja honesto e tenha boas intensões.

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Difícil ponto de equilíbrio

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