quinta-feira, 18 de junho de 2009

ThermoSystem: bom lugar para trabalhar?

Esta é a pergunta que o Guia VOCÊ S/A-EXAME- As Melhores Empresas para Você Trabalhar vai tentar responder. A empresa tubaronense está pré-classificada para a próxima etapa da pesquisa que irá eleger as melhoras empresas do Brasil para se trabalhar.

O ranking da revista é uma espécie de ISO para a gestão de pessoas no Brasil. As empresas eleitas tornam-se referência para o mercado, atr

A ThermoSystem, de Tubarão-SC, teve suas práticas analisadas através de um questionário, englobando quesitos como Estratégia e Gestão, Liderança, Políticas e Práticas e Cidadania Empresarial. A próxima etapa compreende a visita de um jornalista que virá até a empresa para conduzir reuniões com grupos de colaboradores e com o responsável pela área de RH.

Com informações da AI/TS

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Vamos mudar?

Por Laudelino José Sardá

Independente das razões que levaram o Supremo Tribunal Federal a dispensar o diploma para o exercício do jornalismo, até porque o Brasil é feito de jurisprudências, entendo que essa decisão é uma advertência para a classe e principalmente para os cursos de comunicação social.

Continuamos, em plena era da instantaneidade da informação, a formar jornalistas como se vivêssemos ainda nos anos 70. Continuo defendendo a tese de que não podemos mais simplesmente formar jornalistas, mas comunicólogos capazes de trabalhar os conteúdos para todos os meios de comunicação e a própria comunicação social.

Estamos tão defasados que os administradores ocupam o papel do jornalista nos trabalhos de comunicação nas empresas.

Mesmo com a decisão do STF, que, aliás, foi equivocada, a menos que também se dispense o diploma do advogado, há espaços – e muitos – para as escolas se reciclarem e as empresas continuarem valorizando os profissionais formados, desde, é claro, que sejam profissionais de vanguarda.

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Retrocesso para a sociedade

Por Marco Antonio Mendes

Sempre pensei que em 10, 20 anos, no máximo, teríamos apenas jornalistas formados levando informações para a sociedade. Nossa geração ainda tem muita gente não-graduada atuando porque as universidades de Jornalismo são recentes. Ou seja, até há algumas décadas bastava ter vínculo com a imprensa que o registro poderia ser concedido.

Depois mudou. Apenas graduados (e aqueles que já tinham o registro) poderiam coletar, redigir, editar e publicar informações sobre eventuais assuntos. As universidades se multiplicaram e a categoria começou a se profissionalizar. Sim, considero que apenas são profissionais quem passa pelos bancos das faculdades.

Após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter decidido pela não-obrigatoriedade do diploma para o exercício desta profissão, na triste noite de quarta-feira, li em algum grupo de discussão: para ser jornalista, a partir de hoje, basta apresentar a conta de energia e o RG. Seria cômico, não fosse trágico.

A preocupação maior não é com as vagas de trabalho por aí. Mas como as informações chegarão à sociedade. Não é só a prática que faz o jornalista. É preciso teoria, técnica, ética e análise. A união destes elementos forma um excelente profissional.

Em quem a população irá confiar se agora qualquer um pode ter um jornalzinho? Antes das informações serem publicadas elas devem ser apuradas, escritas de forma correta e editadas. Não me surpreenderia ver por aí erros em excesso, deturpação da verdade, a continuidade do amadorismo e a prostituição de serviços prestados. Fatos que ainda acontecem, apesar de serem minoria.

Não exigir formação acadêmica para trabalhar em qualquer setor de qualquer profissão é, sim, um retrocesso. A universidade não só teria que ser obrigatória como deveria haver maior fiscalização da qualidade de ensino.

Os ministros decidiram errado. Disseram que a sociedade não tem direito à liberdade de expressão e isto fica exclusivo aos jornalistas. Puro engano. Todos os veículos de comunicação dão espaço a qualquer pessoa. Basta escrever um artigo. A internet se dissemina de forma assustadora por quê? Porque qualquer um pode escrever o que quiser. Especialistas sempre tiveram espaço em jornais, rádios e televisões, seja em forma de coluna, depoimento em reportagens ou qualquer outro meio. Agora, dedicar-se de forma integral ao jornalismo, cabe apenas a quem se dedicou e estudou para isto.

Com o tempo, a realidade vai aparecer. O futuro de todo um país esteve em jogo nas mãos de apenas oito “ministros”.

Marco Antonio Mendes
Jornalista recém-FORMADO

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Reuniões do PP visam fortalecimento para 2010 e 2012

Os encontros realizados pelo Partido Progressista visam as eleições de 2010 e 2012. Partido deve filiar hoje mais de 300 pessoas. Estratégia faz parte da articulação para as campanhas dos candidatos a deputado estadual e federal, respectivamente, Joares Ponticelli e Leodegar Tiscoski e de vereadores em 2012. Ainda este mês o partido ainda organiza reunião para lançar a candidatura de Hugo Biehl ao governo do estado. Saiba mais no vídeo da entrevista com o presidente do PP de Tubarão, o vice-prefeito Felipe Luiz Collaço, o Pepê

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