terça-feira, 9 de junho de 2009

Drogas, violência e sociedade

Acho que eu já disse isso por aqui, mas vai de novo. Os últimos assassinatos registrados em Tubarão tinham ligação direta com o tráfico de drogas. Como morreram pessoas envolvidas com o crime, parece que se dá pouca importância.

Quando será que o assunto será tratado com a seriedade que merece? Quando morrer alguém que mora no centro da cidade? Quando morrer alguém de alguma família tradicional da cidade?

Será que enquanto as classes mais baixas estiverem morrendo por causa das drogas ninguém vai fazer nada. Infelizmente as drogas já estão nas casas das famílias de classes mais altas. Estas com recursos, conseguem internar seus filhos em clínicas e é claro, sempre que possível preferem não revelar estes dramas.

Vamos trocar o foco: deixem os latidos de lado e vamos cuidar das armas e seringas.

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Cracolândia aqui não!

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Drogas na família

O efeito do consumo de drogas nas famílias é destruidor. Imagino que todos saibam disso, mas nunca é demais lembrar. Tempos atrás, acredito eu, convíviamos com o alcoolismo. Situação que ainda persiste mas que agora vem acompanhada de outros elementos.

Maconha, cocaína e o fulminante crack destroem a vida dos usuários e de seus familiares. Ontem, fomos procurados por uma mãe desesperada que viu como alternativa para encontrar um tratamento para o filho, contar o seu drama na televisão.

Dona Solange contou que há duas semanas tem que dar calmantes para o filho para que ele não saia de casa em busca do crack. Era um rapaz de 24 anos, com emprego, mulher e uma filha. Do uso regular de maconha passou para o crack e perdeu a batalha para a droga. Perdeu emprego, esposa e a filha. Sobrou apenas a mãe desesperada em busca de ajuda.

Que pode ajudá-la? Quem se deve procurar num momento desses? Achar um lugar para comprar a droga é bem fácil, agora achar uma vaga numa clínica de recuperação de dependentes é bem mais difícil.

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Crise e recessão

Muito se propaga sobre o fato de que a crise mundial não atingirá o Brasil. Sou daqueles que também acreditam que quando se fala muito em coisas ruins, certo ou tarde, elas se tornam realidade. Mas é impossível negar que com a crise que atinge Estados Unidos, China e toda a Europa o nosso país vá sair ileso desta história toda.

Então o que se deve fazer é agir para que os efeitos sejam os menores possíveis. Números baseados em levantamentos do IBGE indicam queda no PIB de 2,4% em 2009, até agora. A indústria registra redução de 15% na produção até abril.

Para o cidade vale a máxima de consumir com responsabilidade. Para a indústria a ordem é reduzir custo e o governo poderia fazer a sua parte com o ajuste fiscal, controle de gastos e todas as outras reformas necessárias.

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