quarta-feira, 29 de abril de 2009

Quem sabe também, um computador

Não foi uma promessa, como fez questão de avisar o secretário de educação de SC Paulo Bauer (PSDB), mas foi um aviso de que um bom recurso educacional pode estar chegando.

O secretário avisou aos professores que estiverem interessados em comprar um computador, que esperassem um pouco, pois o governo do Estado tenta viabilizar a compra de um notebook para cada professor da rede estadual.

A passagem de Paulo Bauer por Tubarão, nesta quarta-feira, está prevista para encerrar na casa do vereador Haroldo Fernandes (PSDB), o Dura, que vai oferecer um costelaço para o amigo. Não será um encontro político e sim uma reunião entre amigos.

Em se tratando de amigos e políticos, difícil o assuntor ser diferente, não é mesmo?

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Piso dos professores: Bauer pede paciência

O secretário de educação de SC Paulo Bauer (PSDB) pediu paciência aos professores sobre o pagamento do piso nacional da categoria de R$ 950,00. O pedido foi feito durante sua passagem pelo colégio Henrique Fontes, em Tubarão, onde realizou a entrega de dicionários de Língua Portuguesa com a nova ortografia.

De acordo com o secretário, Santa Catarina tem 2.500 professores que recebem abaixo do piso e juntamente com o acerto salarial destes servidores, quer ajustar também o salário de quem ganha acima disso.

- Se fizermos isso de forma separada e só rever o salário de quem está abaixo do piso, não dou três semanas para termos uma greve – disse longe dos microfones.

O assunto piso tomou boa parte da conversa que o secretário teve com os jornalistas, mas durante a passagem pela escola o que mais motivou Bauer foi contar as novidades para os estudantes e professores que receberão kits com materiais recicláveis, livros, assinaturas de revistas e uniformes.

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Taxistas, Jânio Quadros e o terno safári

Quando Jânio Quadros assumiu a prefeitura de São Paulo pela segunda vez (1986-88), teve, é claro, um governo polêmico. Seja por suas ações ou declarações.

Um delas, recordo, foi sobre a roupa dos taxistas da cidade. Jânio queria exigir que os motoristas de táxis de São Paulo trabalhassem vestidos de ternos. Achava que isso seria bom para a imagem da cidades perante aos seus visitantes. Um dos taxistas, revoltado com esta situação saiu-se com essa.

– Eu uso o terno, mas só se ele deixar de usar o terno safári ridículo que ele usa – alfinetou.

É, os terninhos safáris de Jânio também não era compatíveis com a posição que ocupava.

Mas o motivo de contar esta história é para falar dos taxistas de Tubarão. Estou longe de querer que eles usem ternos no trabalho, mas bem que eles podiam se apresentar melhor.

No ponto de táxi em frente ao terminal urbano, vejo diariamente por alí, motoristas de camiseta regata, de bermuda, fumando dentro dos carros, entre outras situações que não condizem com um bom atendimento.

Concordo que a roupa que utilizam não influência em nada nas habilidades de direção, mas como prestadores de serviço podiam poupar os clientes destes detalhes.

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Nova ortografia com bom humor 9



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Manchetes dos Jornais

Diário do Sul
PM é preso acusado de tráfico
O que era para ser rotineiro passou a ser inusitado.

Notisul
Polêmica em câmara de vereadores: Cursos custaram mais que o salário
Cada vereador recebe mensalmente R$ 3,9 mil bruto. E alguns gastaram R$ 5,4 mil em capacitações até agora não especificadas.

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