sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Quem perde e quem ganha com a divisão da Amurel?

Nem Amurel, nem prefeitos ligados ao PMDB e nem os prefeitos que ficaram na Associação ganham com a divisão ocorrida ontem, quando cinco prefeitos (todos ligados ao PMDB) pediram licença por 12 meses. Todos perdem.

Perde a entidade que fica dividida e enfraquecida. Perde a região que sofre com a falta de força política para reivindicar obras e projetos. Perde o PMDB que se nega a participar de um processo democrático e agora ficará apenas assistindo do lado de fora. Não poderá nem opinar com aquilo que não concorda.

Deputado federal Edinho Bez (PMDB), confirmou ontem na Unisul TV que a decisão foi tomada em comum acordo porque a sigla não foi chamada para compor a diretoria.

Na semana anterior o prefeito de Imbituba Beto Martins (PSDB) disse que tentou compor a chapa com representantes da tríplice aliança (PMDB-PSDB-DEM) mas que não houve consenso e por isso partiu para a candidatura.

O prefeito de Gravatal Rudnei Fernandes, o Nei (PMDB), também havia dito que abriria mão da candidatura para um acordo entre os partidos da tríplice aliança.

No meio do caminho, alguém mudou de ideia e com isso não será um alguém e sim todos que irão perder com a divisão.

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Crise política e econômica

O nove presidente da Amurel, o prefeito de Imbituba José Roberto Martins, o Beto (PSDB) tem pela frente para administrar duas crises: uma política, com a licença de cinco ou seis municípios (Pedras Grandes deve confirmar o pedido hoje) e outra econômica, queda na arrecadação dos municípios e do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

A crise política não tem solução tão próxima, já a crise econômica deve ser sentida mais rapidamente. Somente o FPM, parcela repassada no dia 20 de fevereiro, teve uma queda de 61,4% em relação ao mesmo período de 2008.

Os prefeitos vão ter que usar da criatividade para arrumar as contas do ano e para isso vão precisar de ajuda e orientação da Amurel.

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Frase do dia

"Quanto maior o número de leis, maior o número de transgressões a elas".
Henry Havelock Ellis, psicólogo e sexólogo britânico.

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